O grupo de flauta doce ‘Os Sopraninos’ comemorou dez anos com apresentação, homenagens e exposição no Cmae Aníbal Beça.
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizou, na noite de terça-feira, 18/8, a celebração do aniversário de dez anos do grupo de flauta doce Os Sopraninos, do Centro Municipal de Arte e Educação (Cmae) Aníbal Beça, localizado na zona Leste de Manaus. O evento reuniu estudantes, ex-integrantes, familiares e a comunidade escolar e teve apresentação musical, homenagens aos professores fundadores e uma exposição fotográfica.
Apresentação e programação
Durante a apresentação, os integrantes interpretaram um repertório com clássicos da música popular brasileira e internacional, além de canções da cultura amazônica. A programação incluiu homenagens a servidores que contribuíram para a continuidade do projeto e uma exposição fotográfica sobre os principais momentos da trajetória do grupo.
Estrutura do projeto e público atendido
Atualmente, o grupo Os Sopraninos reúne 50 estudantes que frequentam o Cmae Aníbal Beça. Criado em 2016 pela maestra Brenda Zane, o projeto oferece iniciação musical gratuita no contraturno escolar, com a flauta doce como instrumento de formação. Os alunos têm contato com leitura de partituras, percepção auditiva e prática em conjunto. Segundo a coordenação, o trabalho também contribui para disciplina, autonomia, concentração, convivência e sensibilidade.
Ao longo de uma década, aproximadamente 400 estudantes passaram pelo grupo. Entre eles está Jheny Tavares, de 20 anos, integrante desde 2016. Segundo relatos, alguns ex-integrantes seguiram na música e ingressaram na faculdade após a passagem pelo projeto.
Depoimentos e impactos
Para a gestora do Cmae Aníbal Beça, Vanice Anjos, os resultados vão além do aprendizado musical. “Ao longo desses dez anos, ‘Os Sopraninos’ vem formando crianças e adolescentes por meio da música, desenvolvendo habilidades musicais, disciplina, sensibilidade, convivência e autonomia. É um trabalho que representa a importância da arte na educação pública”, afirmou.
A fundadora Brenda Zane declarou que acompanhar o desenvolvimento dos estudantes é uma das principais conquistas do grupo. “É emocionante ver o desenvolvimento deles. Alguns entraram pequenos e, hoje, estão na faculdade, seguiram na música e se tornaram profissionais. É muito gratificante ver os resultados desse trabalho”, afirmou.
A experiência também foi comentada por familiares. A bióloga Silvaneide Mota, mãe de Ana Flávia Mota, de 9 anos e participante do grupo, destacou os reflexos da atividade na vida das crianças: “É maravilhoso ver o talento dessas crianças e o quanto a música abre portas e traz disciplina para a vida delas. Projetos como esse mostram a importância de oferecer oportunidades para a comunidade.”
Créditos e material disponível
Texto – Emerson Santos/ Semed
Fotos – Eliton Santos/ Semed
Disponíveis em – https://flic.kr/s/aHBqjD2L2y
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Publicado em: 19/08/2026 às 11:09

